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Área de atuação

Câncer de pulmão: avaliação e tratamento no Rio de Janeiro

O câncer de pulmão pode exigir diferentes exames, especialistas e decisões ao longo do cuidado. A Dra. Fernanda Telles acompanha pacientes adultos desde a investigação de uma suspeita ou confirmação do diagnóstico até a definição do tratamento e o seguimento.

O atendimento busca reunir as informações do caso, explicar o que já se sabe e organizar as próximas etapas de forma integrada.

Atendimento presencial em sete unidades no Rio de Janeiro e por telemedicina quando adequada ao caso.

Dra. Fernanda Telles · Médica oncologista clínica · CRM-RJ 990876 · RQE 34726

Ilustração delicada dos pulmões em verde sálvia e dourado

Câncer de pulmão não é uma doença única

Existem diferentes tipos de câncer de pulmão, com comportamentos e possibilidades de tratamento distintos. De forma geral, eles são classificados em dois grandes grupos: câncer de pulmão de não pequenas células e câncer de pulmão de pequenas células. Dentro desses grupos, ainda existem subtipos e características biológicas que podem influenciar a escolha da estratégia terapêutica.

Por isso, conhecer apenas a localização do tumor não é suficiente para definir o tratamento.

O planejamento considera informações como o tipo histológico identificado na biópsia, o estágio da doença, as condições clínicas do paciente e, em situações específicas, características moleculares e imunológicas do tumor. No câncer de pulmão de não pequenas células, determinados biomarcadores podem contribuir diretamente para a escolha entre diferentes opções de tratamento.

É justamente nessa combinação de informações que a atuação da oncologia clínica se torna importante: entender o diagnóstico com precisão e conectar cada resultado às decisões seguintes.

Como é feita a investigação do câncer de pulmão?

Um nódulo ou uma alteração pulmonar em um exame não confirma, por si só, a presença de câncer.

A investigação pode começar após sintomas, um achado incidental em exame de imagem ou uma avaliação realizada por outra especialidade. Dependendo da situação, podem ser necessários exames de imagem complementares e algum tipo de biópsia para confirmar o diagnóstico e identificar as características do tumor.

Depois da confirmação, outros exames podem ser indicados para determinar a extensão da doença, processo conhecido como estadiamento. Tomografia, PET-CT, ressonância e procedimentos como broncoscopia ou ecobroncoscopia podem fazer parte da investigação em situações específicas. A escolha não é igual para todos os pacientes.

A Dra. Fernanda não realiza esses exames ou procedimentos. Como oncologista clínica, avalia os resultados disponíveis, identifica quais informações ainda podem ser necessárias e coordena o cuidado com os profissionais responsáveis por cada etapa. Esse modelo de acompanhamento evita que as etapas sejam conduzidas de forma isolada.

O estadiamento ajuda a definir os próximos passos

Depois de confirmar o diagnóstico, uma das principais questões é entender onde a doença está localizada e se existe envolvimento de outras estruturas ou órgãos.

Essa informação é importante porque o tratamento de um tumor restrito ao pulmão pode ser muito diferente daquele utilizado em uma doença localmente avançada ou metastática.

O estágio, porém, não é analisado isoladamente. Tipo de tumor, características moleculares, condições clínicas, função pulmonar, tratamentos anteriores e possibilidade de cirurgia também podem influenciar o planejamento. O INCA destaca a necessidade de diagnóstico histológico, estadiamento e avaliação multidisciplinar para a definição terapêutica.

Por isso, uma consulta após o diagnóstico não se limita a “escolher um tratamento”. Muitas vezes, a primeira tarefa é organizar corretamente todas essas informações.

Biomarcadores e testes moleculares no câncer de pulmão

Em determinados tipos de câncer de pulmão, principalmente no grupo de não pequenas células, análises adicionais do tumor podem identificar características relevantes para o tratamento.

Esses exames são frequentemente chamados de testes moleculares ou testes de biomarcadores. Eles podem ajudar a encontrar alterações presentes nas células tumorais ou informações relacionadas à resposta a determinados medicamentos.

A identificação de algumas alterações pode abrir a possibilidade de terapias-alvo. Outros marcadores podem contribuir para a decisão sobre o uso de imunoterapia. A necessidade, o momento e o tipo de teste dependem das características do diagnóstico e da situação clínica.

Também é importante considerar o planejamento da própria biópsia. Em algumas situações, a amostra obtida precisa fornecer material suficiente não apenas para confirmar que existe um câncer, mas também para realizar análises adicionais que serão úteis nas decisões seguintes.

Essa integração entre biópsia, anatomopatológico, exames moleculares e planejamento terapêutico faz parte da coordenação do cuidado realizada pela Dra. Fernanda.

Como é definido o tratamento do câncer de pulmão?

Não existe um tratamento único para todos os pacientes com câncer de pulmão.

Cirurgia, radioterapia, quimioterapia, imunoterapia e terapias-alvo podem participar do tratamento em diferentes momentos e combinações. A escolha depende principalmente do tipo de tumor, do estágio da doença, de características biológicas e moleculares e das condições individuais do paciente.

Cirurgia

Em determinadas situações de doença localizada, a cirurgia pode fazer parte do tratamento. A avaliação envolve não apenas a possibilidade de remover o tumor, mas também condições clínicas e respiratórias que influenciam a segurança do procedimento.

A definição cirúrgica é feita pelo profissional responsável pela cirurgia torácica, em integração com a equipe oncológica.

Quimioterapia

A quimioterapia pode ser indicada em diferentes fases do tratamento. Dependendo do caso, pode ser utilizada antes de uma cirurgia, depois dela, associada a outras terapias ou no tratamento de doença avançada.

Durante o acompanhamento, a oncologista avalia resposta, tolerabilidade e possíveis efeitos adversos, além de revisar continuamente se a estratégia continua adequada.

Imunoterapia

A imunoterapia pode ser utilizada em alguns tipos e estágios do câncer de pulmão, isoladamente ou em combinação com outros tratamentos.

Sua indicação depende das características do tumor e do contexto clínico. Como também pode provocar efeitos adversos decorrentes da ativação do sistema imunológico, exige acompanhamento durante o tratamento.

Terapia-alvo

Quando o tumor apresenta determinadas alterações moleculares, medicamentos desenvolvidos para atuar sobre alvos específicos podem ser considerados.

Nem todo câncer de pulmão apresenta um alvo tratável, e a existência de uma alteração não deve ser interpretada isoladamente. O resultado precisa ser integrado ao tipo de tumor, estágio da doença, tratamentos prévios e demais informações clínicas.

Tratamento antes ou depois da cirurgia: por que isso acontece?

Essa é uma dúvida frequente de pacientes e familiares: se o tumor pode ser operado, por que utilizar medicamentos antes ou depois do procedimento?

Porque cirurgia e tratamento sistêmico cumprem funções diferentes.

Em determinados casos, quimioterapia e imunoterapia podem ser indicadas antes da cirurgia. Em outros, medicamentos são utilizados posteriormente para tratar possíveis células tumorais que não podem ser identificadas por exames e reduzir o risco de retorno da doença. A necessidade dessa abordagem varia conforme estágio, tipo tumoral e características específicas do caso.

A sequência das etapas faz parte do planejamento. Por isso, algumas decisões precisam ser discutidas antes mesmo da cirurgia, e não apenas depois dela.

Coordenação entre oncologista, cirurgião e outros especialistas

O cuidado do câncer de pulmão costuma envolver diferentes profissionais.

Oncologia clínica, cirurgia torácica, pneumologia, radioterapia, radiologia, patologia e outras áreas podem participar da investigação e do tratamento conforme a necessidade. O próprio INCA caracteriza o tratamento como multidisciplinar.

Ter diferentes especialistas, porém, não significa que cada decisão deva ocorrer de forma isolada.

A Dra. Fernanda acompanha o conjunto das informações e integra os resultados às decisões seguintes. Se houver indicação de cirurgia, radioterapia, nova biópsia ou outro procedimento, o paciente é encaminhado ao profissional adequado, enquanto o acompanhamento oncológico continua.

Essa coordenação procura evitar que exames, procedimentos e tratamentos sejam avaliados como etapas independentes quando, na prática, fazem parte de uma única estratégia.

Quando procurar avaliação por suspeita de câncer de pulmão?

A consulta pode acontecer tanto depois da confirmação do diagnóstico quanto durante a investigação.

Algumas situações em que uma avaliação pode ser necessária incluem:

nódulo ou massa pulmonar identificados em exame de imagem;

biópsia com suspeita ou confirmação de câncer de pulmão;

necessidade de organizar exames de estadiamento;

diagnóstico confirmado e dúvida sobre cirurgia, quimioterapia, imunoterapia ou terapia-alvo;

necessidade de revisar testes moleculares ou biomarcadores;

busca por segunda opinião;

tratamento já iniciado e necessidade de acompanhamento oncológico;

sintomas persistentes como tosse, falta de ar, rouquidão, dor torácica ou presença de sangue no escarro.

Esses sintomas também podem ocorrer em muitas outras condições e não significam, isoladamente, câncer de pulmão. Quando são novos, persistentes ou sem explicação clara, devem ser avaliados por um profissional de saúde.

Câncer de pulmão também pode ocorrer em quem nunca fumou

O tabagismo é o principal fator de risco para câncer de pulmão, mas não é a única circunstância associada à doença.

Pessoas que nunca fumaram também podem desenvolver câncer de pulmão. Exposições ambientais ou ocupacionais, fatores genéticos e outras condições podem participar do risco em diferentes situações.

Por isso, um diagnóstico não deve ser tratado como motivo para culpa.

Na consulta, a história de tabagismo e outras exposições pode ser relevante para a avaliação médica, mas o foco do cuidado está em compreender as características da doença e organizar as decisões necessárias a partir daquele momento.

Segunda opinião em câncer de pulmão

Uma segunda opinião pode ser procurada em diferentes fases do acompanhamento.

Ela pode envolver revisão da biópsia e do anatomopatológico, exames de imagem, estadiamento, testes moleculares e estratégia de tratamento já proposta.

Em casos nos quais cirurgia, radioterapia e tratamentos sistêmicos podem aparecer em sequências diferentes, revisar o planejamento também pode ajudar paciente e família a compreender por que determinada estratégia está sendo considerada.

Buscar uma segunda opinião não exige interromper o acompanhamento com a equipe atual. O objetivo pode ser apenas confirmar uma conduta, discutir alternativas ou compreender melhor as informações disponíveis.

Como funciona a consulta com a Dra. Fernanda Telles

Sempre que possível, exames de imagem, laudos, resultados de biópsias, anatomopatológico, testes moleculares e relatórios médicos podem ser enviados antes do atendimento.

Não é necessário esperar todos os exames ficarem prontos para marcar a consulta.

Durante o encontro, a Dra. Fernanda revisa o histórico clínico, os sintomas, os resultados disponíveis e eventuais tratamentos já realizados. A partir dessas informações, explica o que já pode ser concluído e quais pontos ainda precisam ser esclarecidos.

Quando necessário, podem ser organizadas avaliações adicionais com outros especialistas, revisão de biópsia, exames complementares ou testes moleculares.

Um familiar ou pessoa de confiança pode participar da consulta. Depois do atendimento, a médica envia um resumo com os principais pontos discutidos, orientações e próximos passos. Durante o acompanhamento, o paciente também conta com contato direto para dúvidas, sintomas e intercorrências relevantes.

Dra. Fernanda Telles e a atuação em câncer de pulmão

Dra. Fernanda Telles é médica oncologista clínica, com formação especializada em Oncologia Clínica pelo Instituto Nacional de Câncer — INCA, concluída em 2019.

Atua no cuidado de pacientes oncológicos desde 2016 e possui MBA em Gestão de Saúde pela Fundação Getulio Vargas — FGV.

Sua experiência abrange diferentes tumores sólidos, com dedicação especial ao câncer de pulmão, aos tumores gastrointestinais e aos tumores do sistema nervoso central. Atualmente integra a Oncologia D'Or, no Rio de Janeiro.

Atendimento para câncer de pulmão no Rio de Janeiro

O atendimento presencial da Dra. Fernanda Telles é realizado em sete unidades, em diferentes regiões do Rio de Janeiro:

Oncologia Quinta D'Or — Rua Almirante Baltazar, 467, Centro Médico I, 1º andar, São Cristóvão, Rio de Janeiro — RJ

Oncologia D'Or Tijuca — Rua Engenheiro Enaldo Cravo Peixoto, 105, Loja A, Tijuca, Rio de Janeiro — RJ

Oncologia D'Or Botafogo — Rua Sorocaba, 654, Botafogo, Rio de Janeiro — RJ

Oncologia D'Or São Vicente Centro Médico — Rua Marquês de São Vicente, 52, Shopping da Gávea, 4º andar, Gávea, Rio de Janeiro — RJ

Oncologia D'Or Barra (Le Monde) — Avenida das Américas, 3500, Loja A, Edifício Londres, Bloco 1, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro — RJ

Glória D'Or Centro Médico — Rua Santo Amaro, 80, 6º andar, Glória, Rio de Janeiro — RJ, CEP 22211-230

Clínica Elev Ipanema — Rua Visconde de Pirajá, 414, Ipanema, Rio de Janeiro — RJ

Consultas e segunda opinião também podem ser realizadas por telemedicina quando o caso permite acompanhamento à distância.

Dúvidas

Dúvidas frequentes sobre câncer de pulmão

Não. Nódulos pulmonares podem ter diferentes causas. O tamanho, a aparência no exame, a evolução ao longo do tempo, fatores de risco e outras características ajudam a definir se existe necessidade de investigação complementar. Um exame isolado não deve ser usado para concluir o diagnóstico.

Agende uma consulta para avaliação de câncer de pulmão

Diante de uma suspeita, diagnóstico confirmado, tratamento já proposto ou necessidade de segunda opinião, a consulta pode ajudar a organizar as informações e compreender quais etapas precisam ser consideradas a seguir.

Atendimento presencial em sete unidades no Rio de Janeiro e por telemedicina quando adequada ao caso.